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ONG LGBT lançará campanha contra homofobia na região
A ONG Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual (ABCD’S) vai lançar, no início deste ano, a campanha Vista o Laço Laranja Contra a Violência Homofóbica. A instituição, que tem sede em Santo André, existe desde 2004 e luta para sensibilizar e mobilizar a sociedade para as questões de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT).
“Estamos vendo um retrocesso nos avanços sociais. As últimas eleições deixaram sequelas, fazendo com que algumas pessoas achassem que podem determinar o que é certo à força”, afirmou o presidente e fundador da ONG ABCD’S Marcelo Gil.
A campanha, que será lançada oficialmente no dia 29, é uma resposta efetiva aos recentes casos de violência contra homossexuais, todos ocorridos na capital paulista. De acordo com a ONG, em 2006 e 2007 foram registrados 82 casos de violência motivada por preconceito sexual em Santo André. Em 2008 foram dois casos, e em 2009, nove ocorrências. Os registros foram feitos na própria organização.
A Polícia Civil informou, por meio de nota, que não existem estatísticas específicas sobre crimes de homofobia, apesar de existir desde 2006 a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
A PM declarou ainda que qualquer unidade policial da instituição registra boletim de ocorrência de toda natureza. Além do registro, a Polícia Civil abre inquérito para investigação de qualquer tipo de crime, seja contra a pessoa ou contra o patrimônio.
Para o presidente da Ong ABCD’S, a violência é reflexo da ausência de políticas públicas mais concretas. “Muitas cidades direcionam a população LGBT somente políticas de saúde, como a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, esquecendo questões como educação, trabalho, segurança publica, entre outros”, pontuou Marcelo Gil.
O presidente ressalta a importância do trabalho desenvolvido por administrações municipais da região, como a Gerência de Políticas para a Mulher e Questões de Gênero, em São Bernardo. Dulce Xavier, gerente da unidade, afirmou que 2010 foi marcado por campanhas desenvolvidas para este público.
“Demos início ao programa São Bernardo no Campo da Diversidade, que tratou de forma abrangente de diversidade racial, sexual e outras. O marco dessa ação foi o Grito LGBT, um evento no Paço Municipal que reuniu cerca de três mil pessoas no dia 7 de setembro”, concluiu. (AL)
“Estamos vendo um retrocesso nos avanços sociais. As últimas eleições deixaram sequelas, fazendo com que algumas pessoas achassem que podem determinar o que é certo à força”, afirmou o presidente e fundador da ONG ABCD’S Marcelo Gil.
A campanha, que será lançada oficialmente no dia 29, é uma resposta efetiva aos recentes casos de violência contra homossexuais, todos ocorridos na capital paulista. De acordo com a ONG, em 2006 e 2007 foram registrados 82 casos de violência motivada por preconceito sexual em Santo André. Em 2008 foram dois casos, e em 2009, nove ocorrências. Os registros foram feitos na própria organização.
A Polícia Civil informou, por meio de nota, que não existem estatísticas específicas sobre crimes de homofobia, apesar de existir desde 2006 a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
A PM declarou ainda que qualquer unidade policial da instituição registra boletim de ocorrência de toda natureza. Além do registro, a Polícia Civil abre inquérito para investigação de qualquer tipo de crime, seja contra a pessoa ou contra o patrimônio.
Para o presidente da Ong ABCD’S, a violência é reflexo da ausência de políticas públicas mais concretas. “Muitas cidades direcionam a população LGBT somente políticas de saúde, como a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, esquecendo questões como educação, trabalho, segurança publica, entre outros”, pontuou Marcelo Gil.
O presidente ressalta a importância do trabalho desenvolvido por administrações municipais da região, como a Gerência de Políticas para a Mulher e Questões de Gênero, em São Bernardo. Dulce Xavier, gerente da unidade, afirmou que 2010 foi marcado por campanhas desenvolvidas para este público.
“Demos início ao programa São Bernardo no Campo da Diversidade, que tratou de forma abrangente de diversidade racial, sexual e outras. O marco dessa ação foi o Grito LGBT, um evento no Paço Municipal que reuniu cerca de três mil pessoas no dia 7 de setembro”, concluiu. (AL)
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